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"O poeta Makely Ka é apontado por especialistas e músicos como o letrista que melhor simboliza a nova geração de artistas mineiros" Ailton Magioli – Estado de Minas - 22 de Dezembro de 2006
“Autófago, o disco, é Makely em seu território: poético, elétrico, desafiador e afinado com sua história de transgressões consequentes (...) Mais discussão de liberdade, mais política. A Outra Cidade trz fala do subcomandante Marcos gravada na cidade de Toluca, México, em 2001, abrindo caminho para o mais mais implacável retrato musical que BH já recebeu, com o refrão implacável: ‘E o Arrudas continua cinzento e cheirando mal’.” Kiko Ferreira – Jornal Estado de Minas, 19 de junho de 2007
"Eu gostaria que alguém viesse aqui dizer `Glauber Rocha é um canalha', que eu coloco no ar". Quem fala não é um de seus detratores, mas o próprio cineasta, em trecho sampleado do programa Abertura (TV Tupi, 1979), que integra a faixa Cérebro na cuba. Há ainda intervenções do venezuelano Hugo Chávez em Não se meta, do mexicano subcomandante Marcos em A outra cidade e até do russo Maiakovski, declamando aos operários seu poema A extraordinária aventura, em 1920 (O meteoro). Tais convidados involuntários pontuam o explosivo (em textos contundentes e guitarras roncantes) Autófago, que o mineiro Makely Ka lança em formato CD e também coloca na internet (www.makelyka.com.br). Além da politização, o disco do fundador da Cooperativa de Música de Minas e primeiro de seu estado a conseguir na Justiça desvincular-se da Ordem dos Músicos do Brasil trafega também por astronomia, mitologia grega e genética. Rodopia no coco (Sorôco), cita a bossa Maria Moita (Reator) e dialoga com o vanguardista Itamar Assumpção (Desliguem os aparelhos celulares). Tárik de Souza – Jornal do Brasil – Caderno B, 16 de maio de 2008
“O poeta e compositor mineiro Makely Ka é um autêntico outsider(...) dialoga com Leminski, Maiakovski, Torquato Neto, Chacal... mais do que isso, transforma sua verve irônica, sarcástica e combativa em poesia de invenção. Com um texto dotado de uma linguagem anárquica, faz guerrilha contra as mazelas e as mediocridades do cotidiano, sua arma é a palavra.” Sandro Eduardo Saraiva – Revista Etcétera 18
"O resultado é vigorosamente pop-experimental. Pop-linguagem; pop-Prometeu que permuta temperatura de mundos díspares e produz efeitos ímpares, na concepção Duchamp-Warhol-Zappa." Marcelo Dolabella
"Makely Ka, para mim, é um gênio. Um grande compositor da nova geração!" Guinga em entrevista para o Jornal da Pampulha (27 de setembro de 2008)
“Plural talvez seja o adjetivo mais apropriado para definir o trabalho do poeta e compositor Makely Ka.” Daniel Barbosa – Jornal O Tempo de 25 de março de 2007
“Situada em algum ponto indeterminado entre a bossa nova carioca, o clube da esquina mineiro e a vanguarda pop-erudita paulista, uma nova geração musical consolida-se em Minas Gerais, ao redor de cantores/compositores/músicos como Kristoff Silva e Makely Ka.” Pedro Alexandre Sanches – Carta Capital de 15 de fevereiro de 2008
“Makely Ka é um dínamo (Makely Mákina?). No seu universo o tempo é relativo. Ele passa pro lado de lá, faz mil e uma coisas e retorna no segundo seguinte como se nada tivesse ocorrido. Enquanto você pensa que ele está matutando algo, ele já vem com o produto finalizado. E sempre coisa boa. Marcelo Sahea – www.poesilha.blogspot.com dia 20 de abril de 2007
“Es destacable su concepción global de la obra artística, con especial atención a la parte literaria y estética.” Alfredo Lorenzo – www.tangara.net
“Há pouco tempo fui presenteado com um livro de estréia em que o poeta Makely, de Belo Horizonte, leva a idéia da produção independente às últimas consequências (...) Objeto Livro provoca uma ruptura radical em toda sua composição, com a clara intenção de desautomatizar a consciência do leitor que, de tão acostumado com a 'lógica' e a naturalidade dos objetos, não reflete mais sobre eles.” Paulo Andrade / Jornal "O Imparcial" (Araraquara - SP) / 06 de junho de 1999
"Uma das principais revelações poéticas e musicais da cena brasileira contemporânea: Makely Ka. Alécio Cunha / Jornal Hoje em Dia / 04 de outubro de 2003
Makely é autor de versos contundentes, e seu CD Autófago é "apenas o suporte do seu conteúdo, que é o que realmente importa: a música", esta por sua vez é uma arrebatadora alavanca para algo que importa ainda mais: sua poesia. Há poucos letristas como ele na música pop atual. É ouvir para crer. Lauro Garcia Lisboa - Jornal O Estado de São Paulo de 20 de novembro de 2008
Também poeta, e que tem seu conterrâneo Torquato Neto como principal referência estética, Makely Ka lançou em 2008 o inquietante CD "Autófogo" - nele, através de um filtro neotropicalista, embala sua poesia com uma mistura de ritmos nordestinos e roupagem pop e eletrônica. Antônio Carlos Miguel – Jornal O Globo de 28 de dezembro de 2008
Makely Ka foi para mim a maior das surpresas. Porque parece ter, finalmente, encontrado embocadura para o tom nervoso [irônico, ácido] das suas letras. Não é de hoje que o reputo no hall dos principais letristas da sua geração - e não apenas nas Gerais. Israel do Vale – Jornal O Tempo de 02 de janeiro de 2009
"Por outro lado, pra além do pilar antropológico de biombos/mediações culturais, é preciso que se diga: a generosidade de Makely extrapola o objeto autoral que lhe pertence. Ela – essa generosa iluminação – está na postura com que, como um aedo andarilho, ele percorre o território do país carregando nas costas, literalmente, um volume de voz de gente e de instrumental diverso que, compactada, leva a cantar e tocar, onde quer que se encontre. Música que adota e aplica, que representa e lança, onde caminha e troca. E essa nobreza é incomum. Ele é nobre na relação com os pares." Magno Córdova
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